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O GRANDE SERTÃO VEREDAS
Por Xiko Mendes

O CENTENÁRIO DO DISTRITO DE SERRA DAS ARARAS, EM CHAPADA GAÚCHA-MG, NO CONTEXTO DOS 140 ANOS DA EMANCIPAÇÃO DE SÃO FRANCISCO-MG

XIKO MENDES

  Na bacia hidrográfica do rio Urucuia, na interseção Norte-Noroeste de Minas, não há dúvida de que o marco zero da colonização portuguesa foi São Romão cá em cima; e Morrinhos lá embaixo (hoje na zona rural de Matias Cardoso-MG, na barra do rio Verde Grande, que nasce ali “prá riba”, pelas bandas de Montes Claros-MG). Fincada nas barrancas do lado esquerdo do médio São Francisco, uns 30 Km acima da barra do Urucuia, São Romão virou sede de julgado lá no distante 1719, segundo o historiador Diogo de Vasconcelos.

 


LITERATURA E HISTÓRIA NO
SERTÃO DOS GERAIS OU DO URUCUIA

XIKO MENDES

“Os lugares sempre estão aí em si, para confirmar [...]. O senhor vê aonde é o Sertão? [...]. O Sertão aceita todos os nomes: aqui é o GERAIS, lá é o Chapadão, lá acolá é a Caatinga [...]”. (ROSA, 1988a: 19, 527, 432).

Este artigo trata de identificar na obra de ficção “Grande Sertão: Veredas” de Guimarães Rosa a localização do sertão dos Gerais e a possibilidade de nele ainda existirem narradores, especificamente, no Entorno do Parque Nacional Grande Sertão Veredas (PARNA-GSV), situado na fronteira de Minas Gerais com Bahia e Goiás. Para isso, utiliza-se de conceitos do filósofo Walter Benjamin e da Escola de Frankfurt do qual ele foi representante.

 

 

ECORREGIÃO DO URUCUIA
GRANDE SERTÃO VEREDAS

XIKO MENDES

João Guimarães Rosa nasceu em Cordisburgo-MG a 27/6/1908 onde viveu até 1918 fixando-se em Belo Horizonte. Sua estreia literária se deu com a publicação de um conto na revista “O Cruzeiro” (Ed. nº: 57, em 7/12/29). Diploma-se em Medicina. Em 1936 é premiado pela Academia Brasileira de Letras (ABL) pela coletânea de poemas Magma. Torna-se funcionário do Ministério das Relações Exteriores a partir de 1934. Serve o País na Alemanha, na Colômbia e na França. Retorna ao Brasil em 1951. No ano seguinte viaja para o sertão de Minas Gerais.

 

 

FORMOSO DE MINAS: BREVE HISTÓRIA

Xiko Mendes

DF Letras - Supelmento Cutural do Diário Oficial
da Câmara Legislativa do DF - 1994.

A desmistificação do endeusamento simbólico de falsos heróis e o desprezo pela ênfase às "datas marcantes" têm sido uma tônica muito em voga na produção do conhecimento histórico baseado nas concepções teórico-metodológicas da historiografia crítica. Entretanto, é plausível frisar que a comprovação de historicidade dos fatos está, indissociavelmente, vinculada à cronicidade dos acontecimentos...

 

 

 

 



 

 



 



 



 



 



 

 

 



 



 



 



 



 



 



 



 



 







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